Metrô lotado. Braços e corações pendurados no balanço subterrâneo. Todos ilhados em seus ipods. O vagão é um deserto pulsante.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
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(Os poemas aqui publicados estão registrados na Biblioteca Nacional. Podem ser reproduzidos desde que mencionados a fonte e o autor)
6 comentários:
Verdade... Um pulsar intenso de vários ritmos.
Abraço!
que lindo Nirton!
solidão na multidão!!!!
lindo e triste.
É assim que me sinto nos metrôs de Sampa. Sem ipod, porque eu gosto de observar, ouvir, refletir sobre o que o ambiente me traz. Me é confortável a sensação de ser anônima, mais uma na multidão. É como naqueles versos da Adélia, o gado nas igrejas, tocando-se os chifres...
Muito bom!
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