* digo no poema Ventania, publicado no meu primeiro livro Roteiro dos pássaros, Editora Lourenço Filho, 1981.
(Os poemas aqui publicados estão registrados na Biblioteca Nacional. Podem ser reproduzidos desde que mencionados a fonte e o autor)
quarta-feira, 12 de maio de 2021
"...e amores que estendem os braços..." *
* digo no poema Ventania, publicado no meu primeiro livro Roteiro dos pássaros, Editora Lourenço Filho, 1981.
segunda-feira, 10 de maio de 2021
canções permanentes para uma poesia provisória
sexta-feira, 7 de maio de 2021
na casa de Aurélia
"No Lugar ArteVistas no Youtube. Hoje. 19h. Live da Casa D'Aurélia.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
boletim de um tempo
Nasci em crateús, sertão dos inhamus, ceará, numa manhã de fevereiro, dia 15, uma terça-feira, uma semana antes do último dia carnaval. A lua estava minguante. Enquanto eu crescia rumo à lua nova, me esquivava da folia que chegava no peito de minha mãe que me guardava.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
todas as metades
Depois de Ricardo Augusto, outros compositores cearenses desenharam música em alguns poemas, Bernardo Neto,
domingo, 10 de janeiro de 2021
rua
De tudo era azul
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
quem
Não foi o deus do alto da matriz
domingo, 13 de dezembro de 2020
luz dos olhos teus
nta Luzia iluminava
a minha infância que dormia.
Nas manhãs quentes do interior:
o facho de luz vindo da telha quebrada
(o menino na rede,
a parede azulada
a cenografia do quarto
:
o enquadramento que me guardava
no passado
que vi do futuro).
A jovem siciliana que minha tia-avó trouxe da feira
protegia meus olhos que acordavam
focava sua luz neorrealista
no quintal em mim
para o dia que começava
no sertão sem fim.
Cada manhã abençoada
com a oferenda do par de olhos na bandeja.
Casa desfeita
parentes idos
santa nas retinas.
Na parede azulada,
esse recorte é o quadro que brilha mais
no meu cinema paradiso.
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Trecho do meu livro inédito ©Trem da memória - um poema
Editora Radiadora
Coordenação editorial Alan Mendonça
Prefácio Valdi Ferreira Lima
Lançamento adiado desde março. Aguardando quando for possível a aglomeração de afetos.
Na foto, o quadro mencionado no poema.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Fortaleza
O que é essa cidade, nova,
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
São Gerais
Chão roseano.Rosa mexendo-se silenciosamente.Minas ainda há, Drummond.Minas é o avesso do meu sertão nordestino.Lá disseca minha vida seca Graciliano.No chão de Minas veredas de um grande sertão Guimarães.Fabiano emigra e vai de encontro a Riobaldo.Sinhá-Vitória conversa com Diadorim.O sertão vai virá São Francisco que vai bater no meio do mar.Minas são gerais.
- dos meus cadernos ©Pequenas Anotações de Viagens










